O verdadeiro valor das coisas

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Ando refletindo muito sobre o excesso de consumismo e sobre a necessidade real de comprarmos tantas coisas para nossos filhos, só porque estão na moda, só porque passa na propaganda da TV ou só porque todo mundo tem.

É claro que é muito bom fazer uma criança feliz, mas a questão é não fazê-la pensar que a felicidade está apenas nas coisas mais caras.

No caso dos brinquedos, a redução aqui em casa foi drástica. Dei quase todos que só serviam de entulho no quarto. E eles não sentiram a menor falta.

O tablet estragou há meses e não comprei outro. Também não está fazendo a menor falta.

Há um tempo atrás o pai não resistiu e comprou uma boneca Baby Alive para satisfazer o desejo da Bela. Resultado: a empolgação durou um dia e a pobre (rica) boneca ficou esquecida no canto, porque ela prefere o bebê mais baratinho que tem em casa.

O mesmo aconteceu com o material escolar. Esse ano comprei os itens usando o equilíbrio e o bom-senso, sem me prender aos personagens da moda estampados em mochilas e afins. Ela adorou tudo e nem se importou que mochila não era do Frozen. 🙏🙌

O fato é que os pais são responsáveis pela educação dos filhos e por ensinar o verdadeiro valor das coisas.

Essa responsabilidade é bem grande e os princípios variam de pessoa pra pessoa.

Não estou aqui pra dizer o que é certo ou errado, mas para convidá-lo a uma reflexão sobre quais são os valores você está transmitindo aos seus filhos.

Aqui em casa eles estão aprendendo a criar brincadeiras e valorizar o que eles tem. Dá mais trabalho, eu sei. Mas estamos aqui pra isso né?

Camila Vaz
http//: mundodepalavras@wordpress.com

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3 comentários sobre “O verdadeiro valor das coisas

  1. Camila, também tenho refletido muito sobre este assunto ultimamente…
    As crianças na verdade são simples e se satisfazem com tão pouco, depois que crescem é que a coisa muda. Aqui em casa também acontece muito isso, a alegria pelo “sonhado- brinquedo- que- tanto- queria” dura apenas alguns dias rsrs
    Tenho tentado me controlar e não sair comprando brinquedos, no meu caso acho que rola um pouquinho de culpa materna por trabalhar fora e não mais estar 24hs por dia disponível, acho que é um tipo de compensação inconsciente sabe… mas tenho buscado mudar nesse sentido.
    Ótima reflexão!
    super beijo
    Lauri

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