A beleza que há na profundidade

​Por fora, o que eu quiser, a cor que puder, o efeito que der. Cenário, direção, atuação. Ou não.

Mas se o que carrego por dentro pudesse ser fotografado, quantos me seguiriam? 

Uma foto além da SUPERFICIALIDADE talvez bastaria.

Se eu me movo somente pelo que por fora todos vêem, me torno escrava da aparência, condicionada às críticas e elogios.

Mas se sou a mensagem que levo, uma carta enviada, a candeia que clareia, meu corpo é INSTRUMENTO e o ego não mais me domina. 

Se Nele me reconheço e Dele participo, então também o represento.

Deus me convida à PROFUNDIDADE além das aparências e eu aceito.

Nesse encontro, Sua beleza passa a fluir em mim e através de mim, naturalmente. 

Então o que compartilho passa a fazer sentido porque produz beleza no outro também. 

De dentro pra fora, tudo vai ficando mais bonito. De verdade.
Camila Vaz

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2 comentários sobre “A beleza que há na profundidade

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